controlar a rela\u00e7\u00e3o entre a for\u00e7a do motor e a velocidade do ve\u00edculo. <\/strong><\/p>\n\n\n\nCada engrenagem \u00e9 uma marcha. <\/p>\n\n\n\n
As marchas mais baixas oferecem mais for\u00e7a e menos velocidade. <\/p>\n\n\n\n
J\u00e1 as mais altas permitem que o carro atinja velocidades maiores com menos esfor\u00e7o do motor. <\/p>\n\n\n\n
Mas como acontece a troca? <\/p>\n\n\n\n
Quando o motorista pisa na embreagem, ele \u201cdesconecta\u201d o motor das rodas e permite que a alavanca de c\u00e2mbio selecione qual engrenagem vai se conectar ali para fazer o carro andar. <\/p>\n\n\n\n
Vale lembrar que o motor segue funcionando<\/strong>, mas a conex\u00e3o \u00e9 interrompida para que seja poss\u00edvel mover a alavanca e trocar a engrenagem conectada com o motor.<\/p>\n\n\n\nIsso \u00e9 o b\u00e1sico para todos os tipos de c\u00e2mbio manual, por\u00e9m, alguns deles t\u00eam um \u201cextra\u201d. <\/p>\n\n\n\n
Por exemplo, existem carros manuais com seis marchas e alguns modelos super esportivos que contam com at\u00e9 7 ou 8 marchas!<\/strong><\/p>\n\n\n\nE por falar em esportivos, \u00e9 sempre bom lembrar que o c\u00e2mbio manual \u00e9 um objeto de desejo, j\u00e1 que ele d\u00e1 controle total sobre o carro e sua performance. <\/strong><\/p>\n\n\n\n<\/span>4 tipos de c\u00e2mbio manual e suas diferen\u00e7as<\/strong><\/span><\/h2>\n\n\n\n <\/figure>\n\n\n\n1. C\u00e2mbio manual convencional <\/strong><\/h3>\n\n\n\nEsse todo mundo conhece! <\/p>\n\n\n\n
O c\u00e2mbio manual convencional est\u00e1 presente na grande maioria dos carros que passam pela sua oficina e pelas ruas da cidade.<\/p>\n\n\n\n
L\u00e1 no s\u00e9culo passado – quando a tecnologia automotiva era bem mais simples – esse tipo de c\u00e2mbio tinha s\u00f3 3 velocidades<\/strong>, mas hoje \u00e9 poss\u00edvel encontrar modelos com at\u00e9 6 ou mais marchas. <\/strong><\/p>\n\n\n\nPor\u00e9m, o formato mais tradicional \u00e9 o de 5 velocidades<\/strong> (al\u00e9m da marcha r\u00e9, \u00e9 claro), que surgiu l\u00e1 na d\u00e9cada de 1980<\/strong> e trouxe mais desempenho para os carros.<\/p>\n\n\n\nPrincipais vantagens do c\u00e2mbio manual convencional:<\/strong><\/h4>\n\n\n\n\nO motorista tem controle total sobre as mudan\u00e7as de marcha, o que ajuda na condu\u00e7\u00e3o do ve\u00edculo e oferece a sensa\u00e7\u00e3o de estar dominando a m\u00e1quina<\/strong>.<\/li>\n\n\n\nO modelo convencional d\u00e1 menos dor de cabe\u00e7a para os donos de carro. Geralmente, ele precisa de manuten\u00e7\u00f5es menores comparadas a de outros tipos de c\u00e2mbio;<\/li>\n\n\n\n O gasto de combust\u00edvel em carros manuais \u00e9 menor <\/strong>do que em boa parte dos modelos equipados com c\u00e2mbio autom\u00e1tico;<\/li>\n\n\n\nO custo do equipamento tamb\u00e9m \u00e9 menor<\/strong>, por isso, carros manuais tendem a ser mais baratos que carros autom\u00e1ticos. <\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n2. C\u00e2mbio manual sequencial<\/strong><\/h3>\n\n\n\nO pr\u00f3prio nome j\u00e1 entrega a principal diferen\u00e7a para o c\u00e2mbio manual convencional.<\/p>\n\n\n\n
Nesse modelo, as marchas entram em sequ\u00eancia<\/strong>. <\/p>\n\n\n\nPor exemplo, n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel sair da quarta marcha e reduzir direto para a segunda.<\/p>\n\n\n\n
\u00c9 preciso descer marcha por marcha<\/strong>, igual ao que acontece nas motos. <\/p>\n\n\n\nIsso pode at\u00e9 parecer pouco vantajoso, mas na pr\u00e1tica as trocas do c\u00e2mbio sequencial s\u00e3o muito mais r\u00e1pidas<\/strong>, j\u00e1 que elas s\u00e3o feitas com base em comandos eletr\u00f4nicos<\/strong> ou por meio de uma alavanca espec\u00edfica (tipo o c\u00e2mbio borboleta). <\/p>\n\n\n\n <\/figure>\n\n\n\nEssa troca mais r\u00e1pida entre as velocidades permite que o carro tenha uma acelera\u00e7\u00e3o melhor <\/strong>e um desempenho superior<\/strong> aos ve\u00edculos com c\u00e2mbio convencional. <\/p>\n\n\n\nAl\u00e9m disso, esse sistema \u00e9 bem dur\u00e1vel, principalmente por ser equipado com pe\u00e7as modernas que criam um processo de troca de marcha muito preciso.<\/p>\n\n\n\n
Ou seja, nada de dar aquela arranhada na embreagem! <\/p>\n\n\n\n
Principais vantagens do c\u00e2mbio manual sequencial:<\/strong><\/h4>\n\n\n\n\nTrocas de marcha mais r\u00e1pidas;<\/li>\n\n\n\n Efici\u00eancia nas trocas e na acelera\u00e7\u00e3o do carro;<\/li>\n\n\n\n Durabilidade das pe\u00e7as;<\/li>\n\n\n\n Sensa\u00e7\u00e3o de estar pilotando um carro de corrida.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n3. C\u00e2mbio manual dog-leg<\/strong><\/h3>\n\n\n\n <\/figure>\n\n\n\nO funcionamento do c\u00e2mbio dog-leg<\/em> \u00e9 igual ao modelo convencional, o que muda \u00e9 a forma como as marchas est\u00e3o distribu\u00eddas no sistema de transmiss\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n\n\n\nNo c\u00e2mbio comum, elas usam um padr\u00e3o conhecido como \u201cH\u201d.<\/strong> <\/p>\n\n\n\nOs movimentos que o motorista precisa fazer para ir trocando de marchas \u00e9 parecido com os movimentos que a nossa m\u00e3o precisa fazer para desenhar uma letra H.<\/p>\n\n\n\n
J\u00e1 no c\u00e2mbio dog-leg, a primeira marcha fica em um canal separado (normalmente localizado no canto inferior esquerdo). <\/p>\n\n\n\n
Essa mudan\u00e7a faz com que a distribui\u00e7\u00e3o das marchas fique parecida com o formato de uma perna de cachorro<\/strong>, da\u00ed surge o nome. <\/p>\n\n\n\nMas voc\u00ea sabe porque inventaram esse c\u00e2mbio \u201cdiferent\u00e3o\u201d?<\/p>\n\n\n\n
O motivo \u00e9 que o dog-leg foi (e ainda \u00e9) muito usado em carros de corrida<\/strong>, que pouco usam a primeira marcha (igual aquele Celtinha com motor de 70 HP). <\/p>\n\n\n\nPor conta dessa caracter\u00edstica, para os pilotos era muito melhor ter a segunda e a terceira marcha em linha<\/strong> e a primeira mais deslocada. <\/p>\n\n\n\n4. C\u00e2mbio manual de dupla embreagem<\/strong><\/h3>\n\n\n\n <\/figure>\n\n\n\nTamb\u00e9m conhecido como DCT<\/strong>, o c\u00e2mbio de duas embreagens \u00e9 na verdade um c\u00e2mbio automatizado<\/strong>, mas que permite ao motorista a troca manual das marchas.<\/strong><\/p>\n\n\n\nA grande sacada nesse sistema \u00e9 que ele conta com 2 discos de embreagem, um controla as marchas pares<\/strong> e outro as \u00edmpares<\/strong>. <\/p>\n\n\n\nDessa forma, a pr\u00f3xima marcha j\u00e1 fica \u201cengatilhada\u201d para a troca, o que deixa a altera\u00e7\u00e3o de velocidades muito mais r\u00e1pida e eficiente.<\/strong><\/p>\n\n\n\nA troca manual das marchas pode ser feita sem a necessidade do pedal da embreagem, j\u00e1 que os discos trabalham de forma independente. <\/p>\n\n\n\n
Apesar de ser uma tecnologia bem interessante e que est\u00e1 cada vez mais em uso, os primeiros modelos equipados com DCT n\u00e3o foram muito bem recebidos no mercado automotivo.<\/strong><\/p>\n\n\n\nIsso aconteceu especialmente por conta de alguns recalls <\/em>que foram feitos pelas montadoras para resolver problemas vindos de f\u00e1brica. <\/p>\n\n\n\nAtualmente, a rejei\u00e7\u00e3o caiu, principalmente porque algumas marcas est\u00e3o criando carros muito bons com esse sistema, entretanto, o fator pre\u00e7o \u00e9 um obst\u00e1culo para a populariza\u00e7\u00e3o<\/strong>. <\/p>\n\n\n\n<\/span>Quais cuidados deve-se ter com o c\u00e2mbio manual?<\/strong><\/span><\/h2>\n\n\n\n <\/figure>\n\n\n\nVoc\u00ea sabe muito bem como cuidar de um c\u00e2mbio manual, certo?<\/p>\n\n\n\n
Mas os seus clientes podem n\u00e3o saber.<\/p>\n\n\n\n
E t\u00e3o importante quanto consertar os ve\u00edculos, \u00e9 ajudar os motoristas a evitarem problemas<\/strong>. <\/p>\n\n\n\nEsse tipo de atitude demonstra que voc\u00ea n\u00e3o \u00e9 simplesmente um profissional da mec\u00e2nica, mas algu\u00e9m preocupado com o bem-estar dos seus clientes.<\/p>\n\n\n\n
Portanto, vamos resumir aqui os principais cuidados com o c\u00e2mbio manual para que voc\u00ea possa orientar seus clientes da melhor forma poss\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n
Fazer a troca de \u00f3leo da caixa regularmente<\/strong><\/h3>\n\n\n\nQuase todo motorista sabe que existe o \u00f3leo de motor, mas tem muita gente que n\u00e3o faz ideia que c\u00e2mbio precisa de lubrificante tamb\u00e9m<\/strong>.<\/p>\n\n\n\nSempre oriente seus clientes a realizarem a renova\u00e7\u00e3o do \u00f3leo, mas n\u00e3o se esque\u00e7a que cada tipo de c\u00e2mbio tem um intervalo de troca diferente.<\/strong><\/p>\n\n\n\nOs manuais devem trocar o \u00f3leo da caixa de c\u00e2mbio a cada 80 ou 100 mil quil\u00f4metros<\/strong> (ou a cada 5 anos). J\u00e1 os autom\u00e1ticos \u00e9 preciso mudar o fluido a cada 60 ou 100 mil quil\u00f4metros.<\/strong><\/p>\n\n\n\nN\u00e3o for\u00e7ar a troca de marchas<\/strong><\/h3>\n\n\n\nReduzir a marcha do carro sem necessidade n\u00e3o faz bem para o sistema de c\u00e2mbio e pode gerar desgastes no sistema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n\u00c9 claro que usar o freio motor \u00e9 sempre bom, mas fazer o carro perder velocidade na base da troca de marcha n\u00e3o \u00e9 o ideal. <\/p>\n\n\n\n
O freio deve ser o principal redutor da velocidade, enquanto a transmiss\u00e3o serve para auxiliar e manter o carro engrenado.<\/p>\n\n\n\n